quinta-feira, 30 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Inocência, Dor, Amizade, Solidão...







Inocência, Amizade, Compaixão, Espera

terça-feira, 21 de julho de 2009

Texto de Jabor retirado do site da CBN



Texto circulando na internet

A coisa está preta, está tomando rumos que eu não entendo, porque o

Tio Sam que costuma meter o bedelho em rumos que não lhe agradam, ainda não

se manifestou? com as informações privilegiada que ele tem fornecidas pela

CIA!Deve ter caroço debaixo desse angu..



O artigo não é nenhum dos anexos. O artigo do Jabor está bem mais

abaixo do escrito no e-mail que recebi. É cáustico, porém muito bem

escrito. Repassem o mais que puder



Comentário de Dora Kramer, Estadão de Domingo:



"A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de

Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lulla' até pode ter

amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da

liberdade de imprensa e de

expressão, configurando-se, portanto, um ato de

censura ."



Em outro trecho:



"Jabor faz parte de uma lista de profissionais tidos pelo

presidente Lula como desafetos e, por isso, passíveis de retaliação à

medida que se apresentem as oportunidades !"



Não deixem de ler, reler, passem adiante!!!!!!







"A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE ( ARNALDO JABOR )



O que foi que nos aconteceu?

No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou

melhor, "explicáveis" demais.

Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados,

todas as mentiras percebidas.

Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão

catalogados, fichados, e nada rola.

A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é

uma situação inédita

na História brasileira.

Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político,

infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a

supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade

foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente,

desfigurada.



Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou

no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e

ficar no poder 20 anos.

Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os

cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas

irrefutáveis,mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo.

Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por

suas ações.

Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se

Vingar .



O

outro não existe para ele e não sente nem remorso nem

vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria

mentira, para conseguir poder.

Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade,

viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas.

A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o

Lula, amparado em sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em

vilã, as provas contra ele em acusações "falsas", sua condição de cúmplice

e comandante em "vítima".

E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso?



Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na

Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados

os indiciados - nos comunica o STF.

Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem.

A Lei protege os crimes e

regulamenta a própria

desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis,

pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que

escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse

governo.

Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de

ser escrito....

Está havendo uma desmoralização do pensamento Deprimo-me:

" Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?".

A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a

nossa língua.

Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os

raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV,

rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo .

A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada

testemunha, muda, aumenta a sensação de que as

idéias não correspondem

mais aos fatos! Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as

manipulações.

No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca,

operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a

cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política. Depois

surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos

Correios e o parecer do procurador-geral da República.

São verdades cristalinas, com sol a Pino.

E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe". Lulo-

petistas clamam: "Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem

o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão

explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como

ousaram ser honestos?".

Sempre que a verdade eclode, reagem.

Quando um

juiz condena rápido, é chamado de "exibicionista".

Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a

família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do governo de FH,

que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando... Mas

agora é diferente.

As palavras estão sendo esvaziadas de sentido.

Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para

contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma

novi-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática,

dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que

está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será

transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos

ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o

populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma

oposição mecânica entre

ricos e pobres, dividindo o país em "a favor" do povo e "contra",

recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do

mundo atual.

Teremos o "sim" e o "não", teremos a depressão da razão de um

lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x

Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo

de um Lula 2 e um Garotinho depois. Alguns otimistas dizem:

"Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de

verdades!". (Arnaldo Jabor)



Tomara que este texto se transforme na maior corrente que a

internet já viu.

sábado, 18 de julho de 2009

Um manifesto pela leitura literária



Assine o manifesto:

http://www.brasilliterario.org.br/participe.php

sexta-feira, 17 de julho de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Betty Boop e os direitos dos animais



Postado por canalvoid no youtube: vídeo de animação de 1936 sobre veganismo e defesa dos animais

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Uma notícia atualíssima


Uma notícia atualíssima!(circulando na internet)

Que interessante, não? A reportagem abaixo da Veja é de maio de 1986. Passaram-se 23 anos. O Brasil ganhou Copas do Mundo, a inflação acabou, a ditadura faz parte da história, Airton Senna morreu, Collor foi eleito e deposto, o PT finalmente assumiu o poder, alguns bebês de 1986 agora estão deixando os bancos das faculdades. Mas a Veja de maio de 2009 pode publicar a mesmíssima matéria, apenas com alguns nomes e circunstâncias diferentes. Surpresa? Absolutamente não. Este país não muda e não mudará jamais. A esculhambação é a nossa cara.

Leia o que publicava a revista Veja, em maio de 1986.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Blur

segunda-feira, 6 de julho de 2009

sábado, 4 de julho de 2009

Ana Peluso - Textos Ilustrados - Projeto Releituras


A Moça Tecelã
Por Marina Colasanti


Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.

Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.


Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.

Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.

Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.

Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.

Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.

Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou em como seria bom ter um marido ao lado.

Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponto dos sapatos, quando bateram à porta.

Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando em sua vida.

Aquela noite, deitada no ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.

E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.

— Uma casa melhor é necessária — disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.

Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente.

— Para que ter casa, se podemos ter palácio? — perguntou. Sem querer resposta imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.





Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.

Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.

— É para que ninguém saiba do tapete — ele disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: — Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!

Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou em como seria bom estar sozinha de novo.

Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.

Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.

A noite acabava quando o marido estranhando a cama dura, acordou, e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.

Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte.


Marina Colasanti (1938) nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei, mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em amor, Contos de amor rasgados, Aqui entre nós, Intimidade pública, Eu sozinha, Zooilógico, A morada do ser, A nova mulher (que vendeu mais de 100.000 exemplares), Mulher daqui pra frente, O leopardo é um animal delicado, Esse amor de todos nós, Gargantas abertas e os escritos para crianças Uma idéia toda azul e Doze reis e a moça do labirinto de vento. Colabora, também, em revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.

Texto extraído do livro “Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento”, Global Editora , Rio de Janeiro, 2000, uma colaboração da amiga Janaina Pietroluongo, da longínqua Oxford.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

sábado, 27 de junho de 2009

Rubem Fonseca


Algumas informações sobre um autor brasileiro muito conhecido por romances de mistério e ganhador do prêmio Jabuti de 2008.




Rubem Fonseca
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Rubem Fonseca
Nascimento 11 de Maio de 1925 (84 anos)
Juiz de Fora, Brasil
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasileira
Ocupação Escritor
Principais trabalhos Agosto, O Caso Morel, O Selvagem da Ópera, etc.

José Rubem Fonseca (Juiz de Fora, 11 de maio de 1925) é um escritor e roteirista de cinema brasileiro.

É formado em Direito, tendo exercido várias atividades antes de dedicar-se inteiramente à literatura. Em 2003, venceu o Prémio Camões, o mais prestigiado galardão literário para a língua portuguesa, uma espécie de Prémio Nobel para escritores lusófonos.
Reconhecidamente uma pessoa que, como Dalton Trevisan, adora o anonimato, é descrito por amigos como pessoa simples, afável e de ótimo humor.

As obras de Rubem Fonseca geralmente retratam, em estilo seco e direto, a luxúria e a violência urbana, em um mundo onde marginais, assassinos, prostitutas, delegados e pobres-coitados se misturam. A história através da ficção é também uma marca de Rubem Fonseca, como nos romances Agosto (seu livro mais famoso) em que retratava as conspirações que resultaram no suicídio de Getúlio Vargas, e em O Selvagem da Ópera em que retrata a vida de Carlos Gomes, ou ainda sobre a obra A Cavalaria Vermelha, livro de Isaac Babel retratado em Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos.

Criou, para protagonizar alguns de seus contos e romances, um personagem antológico: o advogado Mandrake, mulherengo, cínico e amoral, além de profundo conhecer do submundo carioca. Mandrake foi transformado em série para a rede de televisão HBO, com roteiros de José Henrique Fonseca, filho de Rubem, e o ator Marcos Palmeira no papel-título.

Sendo profundamente interessado na arte cinematográfica, escreve também roteiros para filmes, muitos premiados.

É viúvo de Théa Maud e tem três filhos: Maria Beatriz, José Alberto e o cineasta José Henrique Fonseca.

Bibliografia

* Os prisioneiros (contos, 1963)
* A coleira do cão (contos, 1965)
* Lúcia McCartney (contos, 1967)
* O homem de fevereiro ou março (antologia, 1973)
* O caso Morel (romance, 1973)
* Feliz Ano Novo (contos, 1975)
* O cobrador (contos, 1979)
* A grande arte (romance, 1983)
* Bufo & Spallanzani (romance, 1986)
* Vastas emoções e pensamentos imperfeitos (romance, 1988)
* Agosto (romance, 1990)
* Romance negro e outras histórias (contos, 1992)
* O selvagem da ópera (romance, 1994)
* O buraco na parede (contos, 1995)
* Histórias de amor (contos, 1997)
* E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto (novela, 1997)
* A confraria dos espadas (contos, 1998)
* O doente Molière (romance, 2000)
* Secreções, excreções e desatinos (contos, 2001)
* Pequenas criaturas (contos, 2002)
* Diário de um fescenino (romance, 2003)
* 64 Contos de Rubem Fonseca (contos, 2004)
* Mandrake, a bíblia e a bengala (romance, 2005)
* Ela e outras mulheres (contos, 2006)
* O romance morreu (crônicas, 2007).

Seus contos reunidos foram publicados em 1994.

Prêmios

* Coruja de Ouro pelo roteiro de Relatório de um homem casado, filme dirigido por Flávio Tambellini
* Kikito de Ouro do Festival de Gramado, pelo roteiro de Stelinha, dirigido por Miguel Faria Jr.
* Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte pelo roteiro de A grande arte, filme dirigido por Walter Salles Jr.
* Prêmio Jabuti

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um homem só....mas.....










Quem não gostaria de levar para casa?

terça-feira, 23 de junho de 2009

Prêmio da ONU para brasileira


ALUNA BRASILEIRA DE DIREITO GANHA CONCURSO MUNDIAL DE REDAÇÃO
Prestem atenção à beleza da redação dessa moça. Com que facilidade ela descreve a atual situação de contradições.

Dá gosto saber que existem jovens engajados, cultos e com capacidade para colocar em palavras uma situação como a que estamos presenciando.


BRASILEIRA GANHA CONCURSO MUNDIAL DE REDAÇÃO










REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES



Tema: 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro/RJ




PÁTRIA MADRASTA VIL

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios??
Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL..


Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.

Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.


A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?


Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo.
Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como bicho?

Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'.

A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.

domingo, 21 de junho de 2009

Gripe suína: Efeito colateral



Só um efeito colatral

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Mãe é quem cria



Mãe é quem cria


Assim que chegou a um centro de resgate para aves de rapina, em Cornualha, no Reino Unido, a bebê coruja Bramble tratou de encontrar uma nova mãe. E a escolha foi bem incomum: a cadela Sophie, da raça cocker spaniel.

Aos três anos, Sophie usa seu instinto maternal para cuidar da corujinha, que, segundo o jornal “The Sun”, ganha até banhos à base de lambidas.

A ave parece ter gostado tanto do tratamento que passou a voar até a casa principal do centro, onde vive Sophie, para a sua higiene diária, digamos.



“Quando Bramble chegou ela não tinha penas, e teve que ficar confinada dentro de casa. No primeiro dia, Bramble encostou no sofá onde Sophie estava, e a cadela a limpou. A partir de então, elas se tornaram inseparáveis”, afirma Sharon Bindon, que dirige o centro.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Conselheiros da Petrobas



Conselheiros da PETROBRAS (veja abaixo alguns)
Pena que não informaram os nomes do resto da camarilha. Por essas e muitas outras é que os combustíveis não podem baixar de preço. Dá pra imaginar o bordel que não é essa empresa.
A quadrilha governante nem dá bola para o fato de se tratar de uma Sociedade Anônima de Capital Aberto, que possui 750.000 (setencentos e cinquanta mil) acionistas(proprietários). Como o Governo (PT) detém a maioria do capital votante, o partido deita e rola encima da dinheirama.Daí o verdadeiro PAVOR de CPI. Aliás, basta ver a cara de areia mijada do tal de Gabriele - um debochado e incompetente - para se ter idéia da verdadeira farra que se instalou lá dentro. É bom frisar que a capitalização da empresa foi feita inclusive com recursos do FGTS, isto é, dinheiro de TRABALHADORES,que deveriam ser razão da existência da "ilibada" agremiação política que "comanda este operoso governo" ...
É de chorar!!
Repassando

Só em uma estatal. Já imaginou se tudo fosse estatizado como muitos querem? Acontecia o mesmo na Vale do Rio Doce.

Conselheiros da Petrobras
Data: 08/06/09 19:51
Deu no jormal "valor " de 11 de maio de 2009


Ata da Assembeia Geral ordinaria da Petrobras de 8 de abril de 2009
Valor da reserva para pagamento aos 9 Conselheiros:R$ 8.266.600,00
Valor anual para cada Conselheiro:R$ 918.511,11
Valor mensal: R$ 76.542,59

Conselheiros:

Min da Casa Civil: Dilma Vana Rousseff
Min da Fazenda: Min Mantega
Sec de comunicaçoes: Franklin Martins




ÊTA PAÍS FORTE , QUE AINDA NÃO DESMORONOU . . .

domingo, 14 de junho de 2009