quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A moça tecelã


A Moça Tecelã
Por Marina Colasanti

Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.

Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.

Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.

Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos  do algodão  mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.

Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.

Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.

Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.

Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou em como seria bom ter um marido ao lado.

Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponto dos sapatos, quando bateram à porta.

Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando em sua vida.

Aquela noite, deitada no ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.

E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.

— Uma casa melhor é necessária — disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.

Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente.

— Para que ter casa, se podemos ter palácio? — perguntou. Sem querer resposta imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.




Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.

Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.

— É para que ninguém saiba do tapete — ele disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: — Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!

Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.

E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou em como seria bom estar sozinha de novo.

Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.

Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins.  Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.
A noite acabava quando o marido estranhando a cama dura, acordou, e, espantado, olhou em volta.  Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.
Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte.

Marina Colasanti
(1938) nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei, mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em amor, Contos de amor rasgados, Aqui entre nós, Intimidade pública, Eu sozinha, Zooilógico, A morada do ser, A nova mulher (que vendeu mais de 100.000 exemplares), Mulher daqui pra frente, O leopardo é um animal delicado, Esse amor de todos nós, Gargantas abertas e os escritos para crianças Uma idéia toda azul e Doze reis e a moça do labirinto de vento. Colabora, também, em revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.

Texto extraído do livro “Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento”, Global Editora , Rio de Janeiro, 2000, uma colaboração da amiga Janaina Pietroluongo, da longínqua Oxford.


Ilustração: Ana Peluso
Ana Peluso, paulistana, 37 anos no dia cinco de março de 2003, casada, um filho, formada em Comunicação e Programação Visual, escreve desde os 18 anos. Abandonou a faculdade de letras pelo desenho e as artes visuais. Aprendeu a desenhar e voltou a escrever. Atua na rede como webdesigner, ilustradora e colunista e colaboradora em vários sítios há mais de 4 anos. Dedica-se em tempo parcial ao desenvolvimento e conteúdo da Officina do Pensamento, destinado à divulgação de arte e literatura e escreve por pura vocação, enquanto prepara seu primeiro livro de contos. O resto do tempo usa para pintar, escrever, curtir a família, além do teatro, música e cinema, outras de suas paixões.

Possui participação em três Antologias: “As Crônicas dos Anjos de Prata, Vol II”.- 2001, “Os Anjos de Prata - Antologia de Crônicas e Contos, Vol III” – 2002, e “Antologia Poetrix” – 2002.



segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ONDE ESTÁ O LOBO?



PERRAULT COLETOU CONTOS MARAVILHOSOS DA TRADIÇÃO ORAL E ESCREVEU UM LIVRO, PORÉM AS HISTÓRIAS ERAM PARA DIVERTIR O REI LUIS XIV.
REPARE BEM: ONDE ESTÁ O LOBO?
ILUSTRAÇÃO DE DORÉ PARA LIVRO DE PERRAULT

domingo, 10 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Reggae é da PAZ

Bob Marley

Origem: Wikipédia

Bob Marley
Marley Grona Lund 1978.jpg
Bob Marley apresentando-se em Estocolmo, Suécia, em 1978.
Informação geral
Nome completo
Robert Nesta Marley
Data de nascimento
6 de fevereiro de 1945
Origem
Nine Mile, Saint Ann
País
Flag of Jamaica.svg Jamaica
Data de morte
11 de maio de 1981 (36 anos)
Miami, Estados Unidos
Gêneros
Reggae, ska, rocksteady
Instrumentos
Guitarra, Violão, Percussão
Período em atividade
1962 - 1981
Gravadoras
Studio One, Beverley's, Upsetter/Trojan, Island/Tuff Gong
Afiliações
Membro do Wailers,
líder da Wailers Band,
associado com os Upsetters,
associado com as I Threes
Página oficial
Site Oficial (em inglês)
Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley (Saint Ann, 6 de fevereiro de 1945 — Miami, 11 de maio de 1981) foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafáris" pela maneira com que divulgava a religião através de suas músicas.
Bob foi casado com Rita Marley, uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outro de seus filhos, Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiu carreira musical.

Bob Marley era adepto da religião rastafári. Ele foi influenciado por sua esposa Rita, e passou a receber os ensinamentos de Mortimer Planno. Ele servia de fato como um missionário rasta (suas ações e músicas demonstram que isso talvez fosse intencional), fazendo com que a religião fosse conhecida internacionalmente. Em suas canções Marley pregava irmandade e paz para toda a humanidade. Antes de morrer ele foi inclusive batizado na Igreja Ortodoxa da Etiópia com o nome Berhane Selassie.
Cquote1.svg
Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida.
Cquote2.svg
— Bob Marley

Marley era um grande defensor da maconha, usada por ele no sentido da comunhão, apesar de que seu uso não é consenso entre os rastafáris. Na capa de Catch a Fire inclusive ele é visto fumando um cigarro de maconha, e o uso espiritual da cannabis é mencionado em muitas de suas músicas.
Marley também tinha conexões com a seita rastafári "Doze Tribos de Israel", e expressou isso com uma frase bíblica sobre José, filho de Jacó, na capa do álbum Rastaman Vibration.


 OUTROS DO REGGAE



Banda Brasileira

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Thaís de Massenet






Indicação de livros

No caderno Mais!, escritores e cineasta indicam o que ler nas férias

da Livraria da Folha
O caderno Mais! da Folha de S.Paulo deste domingo realizou uma seleção de livros para ler nas férias. As obras foram escolhidas por diversos escritores e um diretor de cinema.
Danuza Leão, de "De Malas Prontas", indicou obras para ler no carro, no avião, no ônibus ou no navio; enquanto Humberto Werneck, de "O Pais dos Burros", selecionou histórias para o Ano Novo.
Já o cineasta Cláudio Assis, dos filmes "Amarelo Manga" e "Baixio das Bestas", sugeriu livros para acompanhar uma cerveja, caipirinha ou água de coco. Modesto Carone, de "Lição de Kafka", escolheu o que ler quando se está só ou para espantar o tédio.
Outros autores, como Julio Medaglia, de "Música Impopular"; Ana Maria Machado, de "Mico Maneco"; e Ivo Barroso, de "A Caça Virtual", também indicaram leitura para as férias. Leia na íntegra, somente para assinantes da Folha e do UOL.
Veja abaixo alguns dos livros indicados por cada autor e pelo diretor de cinema:
*
Danuza Leão
Divulgação
Crítico gastronômico é tomado por obsessão no leito de morte
Crítico gastronômico é tomado por uma obsessão no leito de morte
"200 Crônicas Escolhidas"
O volume é uma reunião dos melhores textos produzidos por Rubem Braga entre 1935 e 1977. A escolha das crônicas foi feita pelo próprio autor, com base na seleção original do amigo Fernando Sabino.
"A Morte do Gourmet"
Conta a história de um crítico gastronômico que é tomado por uma obsessão no leito de morte: lembrar do sabor que mais o enfeitiçara em toda a vida. A viagem aos meandros do paladar começa na infância do protagonista, quando as artes culinárias da avó desabrocharam seu talento, e termina em sua consagração do profissional, quando celebrava momentos em que deliciava uma simples sardinha frita ou um inesquecível sorbet de laranja.
*
Humberto Werneck
Divulgação
Contos do livro falam sobre alcoolismo e casamentos em ruínas
Os contos do livro falam sobre alcoolismo e casamentos em ruínas
"Vista do Rio"
O livro de Rodrigo Lacerda fala sobre a amizade entre Marco Aurélio e Virgílio, da infância no imponente edifício Estrela de Ipanema, marco da arquitetura modernista carioca, à maturidade. O descompasso entre a arquitetura modernista e a realidade do país, a cidade do Rio de Janeiro e suas contradições, são alguns dos temas que acompanham os dramas vividos pelos personagens.
"Iniciantes"
Os contos de Raymond Carver foram publicados pela primeira vez em 1981. Apesar de falar de gente normal sem traços de genialidade, heroísmo ou arroubos românticos, o que mais impressiona é o caráter descentrado de seus personagens. São basicamente histórias de alcoolismo e de casamentos em ruínas, protagonizadas por figuras anônimas da classe trabalhadora envolvidas em sua luta inglória e quase sempre perdida por uma vida dentro dos inalcançáveis padrões do sonho americano.
*
Cláudio Assis
Divulgação
Contos 
autobiográficos revelam uma Havana sensual e perigosa
Contos autobiográficos revelam uma Havana sensual e perigosa
"Trilogia Suja de Havana"
O celebrado escritor cubano Pedro Juan Gutiérrez revela uma Havana sensual e perigosa nos contos em grande parte autobiográficos deste livro. Corajoso testemunho da crise cubana dos anos 90, mostra uma Havana na qual faltam trabalho e alimentos, mas sobram sexo, rum e drogas. No calor sufocante de habitações miseráveis, sob o inclemente sol caribenho, os personagens procuram todas as formas possíveis de sobrevivência.
"Meu Último Suspiro"
Luis Buñuel definiu o livro como "semibiográfico". Por não se considerar um homem da escrita, chamou seu constante colaborador em filmes, Jean-Claude Carrière, para auxiliá-lo neste roteiro que retrata a origem, os erros e acertos, as dúvidas e certezas do cineasta que levou o surrealismo ao cinema, em parceria com nomes como Salvador Dalí e Garcia Lorca.
*
Modesto Carone
Divulgação
"O Imitador de Vozes", do escritor e dramaturgo austríaco
 Thomas Bernhard
"O Imitador de Vozes", do escritor austríaco Thomas Bernhard
"O Imitador de Vozes"
Neste livro, o escritor e dramaturgo austríaco Thomas Bernhard se guia por um acúmulo mais horizontal e variado de situações, uma sucessão desconcertante de incêndios, enforcamentos, desastres naturais, excursões turísticas malsucedidas, brigas por heranças e toda sorte de fatos patéticos contados por narradores que misturam espanto e ironia nas frestas de um registro falsamente neutro.
Ao final, o conjunto acaba apontando para os tradicionais alvos de Bernhard: a sociedade regida pelas aparências, sob as quais se esconde a memória de um tempo caracterizado por catástrofes políticas e sociais, na qual pouco resta ao homem além da consciência e da revolta contra sua própria condição limitada, mesquinha, muitas vezes ridícula.
"A Via Crucis do Corpo"
Publicados pela primeira vez em 1974, os 13 contos que compõem a obra de Clarice Lispector são precedidos por uma explicação da autora. Relata o cárcere social no qual a mulher vive, cárcere esse que se restringe a seus desejos e fantasias. De forma maestra, Clarice descreve as transgressões como incursões diárias no universo feminino

Livro Infantil de Paul McCartney

Lá no alto das Nuvens é o livro infantil publicado por Paul McCartney.As críticas são boas, vale conferir.


sábado, 26 de dezembro de 2009

Relembrando

 Relembrar é viver e ver esse casal dançando, cena de um filme famoso, é muito bom!





terça-feira, 22 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Fotojornalismo-James Agee e Walker Evans







James Agee tem obra lançada no centenário de seu nascimento
Um deles é "Morte na Família", justamente o que lhe rendeu, ainda que postumamente, a mais importante láurea literária à sua obra. E, se não fosse pelo lançamento de "Elogiemos os Homens Ilustres", o centenário do nascimento do escritor, poeta, jornalista, roteirista e crítico cinematográfico, que se completa neste dia 27, passaria em branco.
Considerada como um dos mais profundos retratos dos Estados Unidos da Grande Depressão, a obra nasceu de uma grande reportagem para a revista "Fortune" para a qual Agee e o fotógrafo Walker Evans haviam sido escalados. Durante cerca de um mês, eles conviveram com famílias de meeiros pobres no estado do Alabama.
O texto nunca chegou a ser publicado nas páginas do periódico, mas deu origem a um livro que se tornou importante referência para estudos de jornalismo, literatura e antropologia. As 61 fotos de Evans que abrem a edição brasileira preparam o terreno para toda a dor e a desesperança que é descrita por Agee.(folhaonline)



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O MEU SONETO

Em atitudes e em ritmos fleumáticos, Erguendo as mãos em gestos recolhidos,
Todos os brocados fúlgidos, hieráticos, 
Em ti andam bailando os meus sentidos... 


E os meus olhos serenos, enigmáticos, 
Meninos que na estrada andam perdidos, 
Dolorosos, tristíssimos, extáticos, 
São letras de poemas nunca lidos... 


As magnólias abertas dos meus dedos 
São mistérios, são filtros, são enredos 
Que pecados d’amor trazem de rastos... 



E a minha boca, a rútila manhã, 
Na Via Láctea, lírica, pagã, 
A rir desfolha as pétalas dos astros!... 
 

Florbela Espanca
 
 
 
 
ilustração valterpoeta 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Linda música de Natal




Obrigada ao amigo Guilherme Pugsley

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dia do livro: algumas dicas



O livro "O Pequeno Príncipe" é atual até hoje. Não tem quem não goste."Marley e eu" é comovente, vale a pena.Também merecem ser lidos "Ensaio sobre a cegueira", "O filho eterno" e nem pensar em não ler "Os irmãos Karamazov".




1
A Cabana
William Young [1 | 15] SEXTANTE

Comer, Rezar, Amar
Elizabeth Gilbert [1 | 37] OBJETIVA

Vencendo o Passado
Zibia Gasparetto [2 | 2] VIDA & CONSCIÊNCIA


Crepúsculo
Stephenie Meyer [2 | 29*] INTRÍNSECA


1808
Laurentino Gomes [2 | 62] PLANETA

O Código da Inteligência
Augusto Cury [1 | 5] THOMAS NELSON BRASIL


O Vendedor de Sonhos
Augusto Cury [3 | 23] ACADEMIA DE INTELIGÊNCIA
3
Uma Breve História do Mundo
Geoffrey Blainey [4 | 47*] FUNDAMENTO


O Segredo
Rhonda Byrne [3 | 82] EDIOURO


Lua Nova
Stephenie Meyer [4 | 10] INTRÍNSECA


Guinness World Records 2009
Guinness [3 | 5] EDIOURO


Eles Continuam entre Nós
Zibia Gasparetto [4 | 16] VIDA & CONSCIÊNCIA


Brisingr
Christopher Paolini [7 | 2] ROCCO


Uma Breve História do Século XX
Geoffrey Blainey [7 | 4] FUNDAMENTO


Casais Inteligentes Enriquecem
Juntos
Gustavo Cerbasi [5 | 137*] GENTE


A Viagem do Elefante
José Saramago [6 | 4] COMPANHIA DAS LETRAS


Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva [9 | 5] FONTANAR


O Monge e o Executivo
James Hunter [6 | 201] SEXTANTE


A Menina que Roubava Livros
Markus Zusak [5 | 90] INTRÍNSECA


Dewey
Vicki Myron e Bret Witter [8 | 8] GLOBO


A Cabeça de Steve Jobs
Leander Kahney [0 | 2*] AGIR


O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry [10 | 9*] AGIR


Deu no New York Times
Larry Rohter [5 | 3] OBJETIVA


A Arte da Guerra
Sun Tzu [0 | 40*] VÁRIAS EDITORAS


Ensaio sobre a Cegueira
José Saramago [9 | 29*] COMPANHIA DAS LETRAS


Fazendo as Malas
Danuza Leão [0 | 1] COMPANHIA DAS LETRAS


Quem me Roubou de Mim?
Fábio de Melo [9 | 4] CANÇÃO NOVA

1
O Jogo do Anjo
Carlos Ruiz Zafón [8 | 8] OBJETIVA/SUMA DE LETRAS


Marley & Eu
John Grogan [6 | 114] PRESTÍGIO


Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury [8 | 172*] SEXTANTE


O Recurso
John Grisham - ROCCO


O Rei da Noite
João Ubaldo Ribeiro - OBJETIVA


As Sete Leis Espirituais
do Sucesso
Deepak Chopra - BEST SELLER


A Cidade do Sol
Khaled Hosseini - NOVA FRONTEIRA

Os Irmãos Karamabloch
Arnaldo Bloch - COMPANHIA DAS LETRAS

A Lição Final
Randy Pausch e Jeffrey Zaslow - AGIR


O Caçador de Pipas
Khaled Hosseini - NOVA FRONTEIRA

Doidas e Santas
Martha Medeiros - L&PM


Minutos de Sabedoria
Carlos Torres Pastorino - VOZES


A Sombra do Vento
Carlos Ruiz Zafón - OBJETIVA/SUMA DE LETRAS


O Mundo É Bárbaro
Luis Fernando Verissimo - OBJETIVA

Os Segredos da Mente Milionária
T. Harv Eker - SEXTANTE

15
Um Bestseller Pra Chamar de Meu
Marian Keyes - BERTRAND BRASIL


A Cientista Que Curou Seu Próprio Cérebro
Jill Bolte Taylor - EDIOURO

Lições Que a Vida Oferece
Eliana Machado Coelho - LUMEN EDITORIAL


O Filho Eterno
Cristovão Tezza - RECORD


Condessa de Barral
Mary Del Priore - OBJETIVA


Investimentos Inteligentes
Gustavo Cerbasi - THOMAS NELSON BRASIL

17
Os Homens que Não
Amavam as Mulheres
Stieg Larsson - COMPANHIA DAS LETRAS


A Origem dos Meus Sonhos
Barack Obama - GENTE


Clássicos do Mundo Corporativo
Max Gehringer - GLOBO


Os Irmãos Karamázov
Fiódor Dostoiévski - EDITORA 34

A Bola de Neve
Alice Schroeder - SEXTANTE


Superdicas para Motivar sua Vida e Vencer Desafios
Cesar Romão - SARAIVA


O Guardião de Memórias
Kim Edwards - SEXTANTE

O Livro Perigoso para Garotos
Conn Iggulden e Hal Iggulden - GALERA RECORD

Quem Mexeu no Meu Queijo?
Spencer Johnson - RECORD

Um Lugar Para Todos
Thrity Umrigar - NOVA FRONTEIRA

Conversas com Woody Allen
Eric Lax - COSAC NAIFY

Só por Amor
Mônica de Castro - VIDA & CONSCIÊNCIA
(FONTE:www.veja.abril.com)

Você pode ler trechos dos livros no site acima

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Perdeu Woodstok?



Dois grandes nomes da música de Woodstock
Lista de blogs: participe
Acesse a lista no link abaixo:
http://kiwicomqueijo.com/?p=2386