terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Frase de Chaplin


sábado, 3 de janeiro de 2009

Protestos no mundo


Protestos

Dezenas de milhares de pessoas participaram de protestos no mundo todo contra a ação militar israelense na Faixa de Gaza, pedindo um imediato cessar-fogo.


Protesto em Londres
Manifestantes de Londres afirmaram que este 'é apenas o começo'
A maior manifestação ocorreu em Paris, onde mais de 20 mil pessoas se reuniram.

Em Londres cerca de 10 mil pessoas participaram do protesto e centenas de sapatos foram arremessados na entrada da residência do primeiro-ministro Gordon Brown, Downing Street.

Também ocorreram protestos em Bruxelas, Haia, Amsterdã e Chipre.

Em Israel dezenas de milhares de árabes israelenses fizeram um protesto contra a ofensiva israelense na cidade de Sakhnin.

tributo `a amizade

video

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Natal do Bush

Indicação de texto



Veja texto sobre o assunto em:
http;//caderno.josesaramago.org

Israel
Dezembro 31, 2008 by José Saramago
Não é do melhor augúrio que o futuro presidente dos Estados Unidos venha repetindo uma e outra vez, sem lhe tremer a voz, que manterá com Israel a “relação especial” que liga os dois países, em particular o apoio incondicional que a Casa Branca tem dispensado à política repressiva (repressiva é dizer pouco) com que os governantes (e porque não também os governados?) israelitas não têm feito outra coisa senão martirizar por todos os modos e meios o povo palestino. Se a Barack Obama não lhe repugna tomar o seu chá com verdugos e criminosos de guerra, bom proveito lhe faça, mas não conte com a aprovação da gente honesta. Outros presidentes colegas seus o fizeram antes sem precisarem de outra justificação que a tal “relação especial” com a qual se deu cobertura a quantas ignomínias foram tramadas pelos dois países contra os direitos nacionais dos palestinos.

Ao longo da campanha eleitoral Barack Obama, fosse por vivência pessoal ou por estratégia política, soube dar de si mesmo a imagem de um pai estremoso. Isso me leva a sugerir-lhe que conte esta noite uma história às suas filhas antes de adormecerem, a história de um barco que transportava quatro toneladas de medicamentos para acudir à terrível situação sanitária da população de Gaza e que esse barco, Dignidade era o seu nome, foi destruído por um ataque de forças navais israelitas sob o pretexto de que não tinha autorização para atracar nas suas costas (julgava eu, afinal ignorante, que as costas de Gaza eram palestinas…) E não se surpreenda se uma das suas filhas, ou as duas em coro, lhe disserem: “Não te canses, papá, já sabemos o que é uma relação especial, chama-se cumplicidade no crime”.

Observação: Texto extraído de http://caderno.josesaramago.org

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Dica de livro


Setembro 1999 Edição 25.728 Sábado, 11/09/1999 Tiragem 458,037 CADERNO ESPECIAL - JORNAL DE RESENHAS

Órfão de pátria

11/09/1999

Autor: ISABEL LUSTOSA . . 6306isabEditoria: CADERNO ESPECIAL Página: Especial-6 9/3733Edição: Nacional Tamanho: 6494 caracteres Sep 11, 1999Observações: JORNAL DE RESENHAS; COM SUB-RETRANCA; PÉ BIOGRÁFICOAssuntos Principais: AS BARBAS DO IMPERADOR /LIVRO/; LILIA MORITZ SCHWARCZ

Órfão de pátria ISABEL LUSTOSA Assim como se disse de Truman que fora a primeira criança adotada por uma empresa, de D. Pedro 2º pode-se dizer que foi a primeira criança adotada por um país. Possivelmente a cena mais traumática de sua infância deve ter sido a da manhã de 7 de abril de 1831, em que acordara imperador do Brasil, sem pai, mãe e madrasta. Naquele dia, D. Pedro 1º abdicou em nome de seu pequeno filho. O menino, muito afeiçoado ao pai, já não o encontrou ao acordar. Foi vestido e levado, em prantos, de São Cristóvão ao Paço Imperial, para ser aclamado imperador. Talvez tenha lembrado dessa cena quando, a 17 de novembro de 1889, pisou pela última vez terra brasileira, expulso pelo país que o educara. Dois abandonos, duas orfandades: neste interregno cresceu o homem e cresceu a nação, numa simbiose que parecia impossível de ser desfeita.Lilia Schwarcz recupera em seu livro a trajetória de D. Pedro e das várias imagens que se veicularam de sua "persona": de órfão da nação a imperador tropical e mecenas do movimento romântico; de senhor da guerra a rei-cidadão; de soberano viajante, amigo e divulgador das ciências e das belas-letras, a mártir da pátria, morto no exílio. Aparentemente D. Pedro ia se deixando moldar, apático e dissimulado, mesmo quando a questão foi a do casamento. No entanto, mais de um contemporâneo registra sua decepção diante da imperatriz que viera de encomenda da Europa e que em nada se assemelhava aos retratos que a antecederam. D. Teresa Cristina era feia, baixa, gorda e mancava de uma perna. Sob o impacto do primeiro encontro, o jovem monarca desolado chorou nos braços de sua aia, a condessa de Belmonte, mas acabou por se submeter ao que ela lhe recomendou: "Cumpra seu dever, meu filho".O imperador tropical Após o casamento, o príncipe começa a intervir na vida cultural do país. Filho do ambiente beletrista e bacharelesco do tempo, produto de uma esmerada educação que privilegiava os aspectos mais ornamentais do conhecimento, como era típico no Brasil do século 19, D. Pedro logo encontraria sua turma no Instituto Histórico e Geográfico e na Academia de Belas-Artes.Durante as décadas de 40 e 50, no período que antecedeu a Guerra do Paraguai, foi o centro de uma incipiente vida cultural e científica. Além de dedicar-se aos estudos de astronomia, engenharia, medicina, hebraico e à tradução de textos clássicos, comandava um salão literário no Palácio de São Cristóvão, dirigia as sessões do Instituto Histórico, ia à ópera, acompanhava exames do Colégio Pedro 2º e inaugurava as exposições anuais da Academia de Belas-Artes.São dessa fase as representações pictóricas do imperador tropical, sempre cercado de palmeiras, abacaxis, cajus e outros que tais. Por meio da mistura de elementos nativos e estrangeiros, caracterizavam-se simultaneamente o monarca e a nação: um Habsburgo, alto, louro, de olhos azuis, envolto num manto de penas de galo da serra, em meio à natureza exuberante. Este imperador e este império americano pediam um símbolo. A imagem escolhida, o índio, deixava na sombra tanto o negro, por demais associado à vergonhosa escravidão, quanto o branco, seu feitor. Encarnação americana do "bom selvagem", o índio era o representante mais digno e legítimo para o jovem país. Do contato entre essas duas imagens, diz Lilia, saíram alterados tanto o imperador quanto o índio: os indígenas nunca foram tão brancos, o monarca jamais foi tão tropical.Nessa fase do mecenato imperial, o indígena se torna tema privilegiado na literatura e nas artes. Entre os "patriotas caboclos", como os apelidaria Varnhagen, avesso à elevação do índio àquelas alturas, logo se daria um racha. Tudo começou com a polêmica iniciada em 1856 em torno do poema de Gonçalves Magalhães: "A Confederação dos Tamoios". Magalhães fazia parte daquela plêiade de artistas e intelectuais que, liderados pelo jovem imperador, pretendiam estabelecer as matrizes de nossa identidade cultural. Seu poema deveria ser um dos pilares daquele projeto. Mas o jovem e ambicioso filho do padre Alencar, o então quase desconhecido José de Alencar, publicou violenta crítica ao poema de Magalhães. Alencar pagaria caro por sua oposição à liderança intelectual do príncipe. Excluído do ministério, só lhe restaria vociferar pela imprensa contra as veleidades literárias do monarca.A segunda encarnação de D. Pedro seria a de "senhor da guerra". Ou por total aversão aos caudilhos latino-americanos, ou para se vingar de ter sido chamado nos jornais paraguaios de "El gran macacon, rey de los macaquitos", o fato é que D.Pedro prolongou a Guerra do Paraguai além do que até mesmo Caxias considerara necessário. Apenas para garantir que não sobrasse nem sombra de Solano López.Ao senhor da guerra sucederá o monarca cidadão, e o império tropical, apesar da escravidão, dar-se-á ares de democracia coroada. De cartola e casaca o rei viaja pelo mundo, renuncia ao título de soberano porque a soberania era do povo, abole o beija-mão e rejeita títulos e estátuas. O país acompanha o rei e procura mostrar sua melhor imagem nas grandes exposições universais. Desde a primeira, em 1862, o esforço das elites e do imperador será no sentido de veicular uma imagem diversa deste país distante, agrícola, monárquico e escravocrata, mas que queria se ver representado como uma nação moderna e cosmopolita. Seu rei é um pioneiro, aberto às novas tecnologias, um dos primeiros a incorporar e popularizar a fotografia e o telefone.Ao final de seu reinado, D. Pedro 2º parecia farto do cargo e da farsa. Farto de carregar o personagem, como confidenciaria à condessa de Barral. O imperador, que aos 12 anos parecia um homem de 40, era, aos 64, quando foi deposto, um velho cansado e doente. Sua incredulidade diante dos acontecimentos que resultaram na República parecia fruto de seu gradativo alheamento dos negócios públicos. Lilia acentua a representação do exílio e da morte do imperador como fecho ideal, quase necessário para a consolidação definitiva do mito. Da mesma maneira que o suicídio o foi para Vargas.A rica e detalhada iconografia funciona aqui como fonte e objeto, na medida em que a autora constrói seu argumento aliando a análise das imagens à dos fatos e da versão dos fatos. Lilia estabelece um proveitoso diálogo com as imagens, e estas, com o que têm de problemático, intencional, duvidoso, acabam sendo tão reveladoras no que pretendem esconder quanto no que querem mostrar.Isabel Lustosa é pesquisadora da Casa de Ruy Barbosa (RJ).

Direitos doa animais

Hamster

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Mr. Magoo. Você conhece?

Já viu alguém tão maluco?

sábado, 27 de dezembro de 2008

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Quadrilha



REESCRITA DO POEMA DE DRUMMOND PARA O CIBERESPAÇO.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Genocídio: o que podemos fazer?



Meninos fugindo do Congo

DARFUR
À ESPERA DE UM SALVADOR

Darfur, no Sudão, cenário de um genocídio silencioso,
é um lugar sem lei e sem espaço para a misericórdia divina.
Seria também um lugar sem nenhuma esperança, não
fosse o trabalho humanitário de um batalhão de abnegados


Diogo Schelp, de El Fasher


Jehad Nga/Corbis/Latinstock

NO LIMITE DA SOBREVIVÊNCIA

Mãe e filho refugiados no campo de Abu Shouk. Darfur é beneficiado com o maior programa de distribuição de alimentos do mundo. Nos últimos anos, a taxa de desnutrição infantil caiu na região, mas continua acima da linha de emergência

A seguir trecho da reportagem de Diogo Schelp sobre Darfur, no Sudão.É importante saber que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não quis censurar este país, na ONU, que arma as milícias responsáveis pelo genocídio.Na verdade, Lula queria o apoio do ditador no Conselho de Segurança da ONU.
*
Em um mundo em que a corrente de informação circula ao ritmo de terabytes por segundo e quase tudo o que se quer saber está, para 1 bilhão de pessoas, a apenas um clique de distância, como explicar que a tragédia de Darfur seja invisível? O mundo ignora ou finge ignorar que Darfur, no Sudão, é cenário de uma guerra de extermínio contra uma população indefesa. O mesmo mundo que se apieda de um filhote de urso-polar abandonado pela mãe no zoológico de Berlim fecha os olhos para as centenas de milhares de crianças subnutridas dos 130 campos de refugiados de Darfur. O mundo que está prestes a comemorar o Natal, festa que ultrapassou os limites do cristianismo para congraçar homens e mulheres de diferentes credos, esquece que em Darfur a noite de 24 de dezembro será apenas véspera de mais um dia em que crianças morrerão, homens serão executados e mulheres, estupradas. Vem sendo assim desde 2003, quando eclodiu o conflito entre o governo do ditador Omar al-Bashir e rebeldes dessa região do oeste sudanês. E também quando, armados pelo governo de Cartum, bandos de facínoras, a pretexto de combater revoltosos, intensificaram a matança indiscriminada de cidadãos que não pertenciam à sua etnia "árabe".
(texto e fotos extraídos da revista veja)

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Música muito amada

da xereta

Recebi da Xeret@ o texto a seguir.

Recebi do meu mais novo amigo e parceiro, o desorientado do Valter, do Valter Poeta, um Meme muito joinha, o qual adorei responder.



A regras do Meme são as seguintes:

1. Linkar a pessoa que te indicou.

2. Escrever as regras do meme em seu blog.

3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você.

4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.

5. Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.

6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.

Contar coisas a meu respeito é complicado. Não vejo nada que possa acrescentar mas, enfim...

Para ficar mais fácil vou tentar dizer algumas das coisas das quais eu não gosto:

1- Do dia - se pudesse moraria numa cidade que tem vida agitada à noite. Somente a noite sou produtiva. Poranto, sou notívaga de carteirinha;

2 - Bebida alcóolica. Já me disseram, inúmeras vezes, que ao nascer caí numa tina de vinho. Quem não me conhece bem acha que bebo todas. Não preciso de nada para me deixar animada, nada para me acender. A coisa tá no sangue;

3 - Mentira. Lógico que a mentira, sem dúvida nenhuma, também é necessária e isso é inegável. Mas, mentira sempre é covardia. Se mentirem prá mim e eu descobrir, o que quase sempre acontece, acabou. Não importa quem seja. Do outro lado da mentira está a lealdade e isso é fundamental em todos os relacionamentos, sem exceção. Aquele que mente, sem motivo justificável, não é pessoa confiável, jamais. Ela lhe trairá um dia;

4 - Miúdos em geral e otras cositas más. Se puder evitar não como: coração, fígado, língua, rim, testículo, pele, cérebro etc. Mariscos em geral, dobradinha, eca!!!

5 - Esmaltes de cores claras. Desde que me entendo por gente só uso esmaltes vermelhos e pretos. Eles deixam as unhas mais fortes, duram mais, deixam as mãos mais clarinhas, são mais fáceis de pintar e limpar. Aliás, não vou a manicures. Detesto que me cutuquem. Não tiro as cutículas pois, por isso mesmo, não as tenho.

6 - A cor bege. Não existe nada mais sem graça, prá qualquer pessoa, doque a cor bege. Como disse uma vez um costureiro famoso, o bege é falta de imaginação. Toda mulher que usa bege se não estiver bem maquiada morre na roupa. Concordo em número, gênero e grau.

Bem, acho que é isso.

Agora o negócio é repassar aos amigos:

Alma Poeta

Compartilhando as Letras

Coisas Minhas

Pensa Rics

O Leitor Esse Idiota

Linfa Zine
Beijocas doces em todos e um Feliz Natal com muito amor e paz e um 2009 cheio de $uce$$o e de grandes realizações!!!

Então, eu, Joyce:


Agradeço aos amigos xereta e, também, ao Valterpoeta e vou falar sobre mim:
1. sou professora, acho que porque gosto de sofrer... mas amo meus alunos do passado e do presente
2.gosto muito de ler, de tudo, desde que seja bem escrito.
3.gosto de estudar e pesquisar por isso já fiz mestrado em Letras e Educação
4.brigo muito por minhas idéias em educação
5. acho que o principal na relação aluno-professor é a amizade, o afeto
6.sou uma leoa se mexem com meus filhos.

Indico os seis amigos:
Na dança das palavras
Lugirão
obvious
Palavra ácida
solangelzen
meowatelier

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Cachorrinha desaparecida


REPASSANDO

-------Mensagem original-------

De: Patricia Millarch
Data: 23/12/2008 16:11:03
Para: undisclosed-recipients:,
Assunto: FW: CACHORRINHO PERDIDO À PROCURA

A dona está desesperada a procura, me ajudem à encaminhar e põr nos blogs?

Para refletir sobre os humanos

"Olho por olho nos deixará cegos"Mahatama Gandhi
John Lennon deixou essa mensagem

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Curiosidade



Descubra a curiosidade nessa música.Acompanhe com a letra.construção
chico buarque
Composição: Chico Buarque

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão prá dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir,
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça e a desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair,
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir,
Deus lhe pague

Farra de vereadores

Do Blog Lucia Hippolito

Na calada da noite, como convém para a aprovação de uma desfaçatez dessas, o Senado aprovou a recriação de 7.343 vagas de vereador em todo o Brasil, contrariando decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que tinha determinado a extinção de cerca de oito mil vagas.

Os municípios com até 15 mil habitantes terão o mínimo de nove vereadores e os municípios com mais de oito milhões de habitantes terão o máximo de 55 vereadores.

Como se trata de uma emenda constitucional foram necessários dois turnos de votação no plenário. Como foi possível, se há prazos regimentais a serem cumpridos? O famoso “interstício” (intervalo necessário entre as votações) foi inteiramente atropelado por acordo de líderes.

Oito sessões extraordinárias foram realizadas, para que fosse possível perpetrar, numa só noite, este desperdício de dinheiro público.

No primeiro turno, a emenda recebeu 54 votos a favor, cinco contra e uma abstenção. No segundo turno, obteve 58 a favor, cinco contra e uma abstenção.

Hoje vamos conhecer os nomes das excelências que votaram a favor desta situação lamentável. Papelão!

Suas Excelências contam com a falta de memória e pequena mobilização dos eleitores.

O que mais impressiona nestas votações é o seu completo descolamento da realidade.

Os parlamentares querem sair para as férias de Natal e não se incomodam em votar qualquer coisa, contanto que possam partir para seu descanso remunerado.

Trabalharam muito, as excelências.

Não se viu um único parlamentar propondo a criação de uma comissão nas duas casas para acompanhar, durante o mês de janeiro, a evolução da crise econômica. Para assessorar o Executivo, entender como a crise afeta o Brasil, propor medidas que possam atenuar seus efeitos sobre os brasileiros.

Nada. Só a farra dos vereadores, criação de cargos em Goiás.

E férias. Pernas para o ar, que ninguém é de ferro.

A classe política brasileira continua gostando de fazer piquenique à beira do abismo.

Esta mensagem foi enviada por Chico Nogueira.(circulando na internet)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Loucuras do século XXI

VOCÊ SABE QUE ESTÁ FICANDO LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:

1. Você envia e-mail ou MSN para conversar com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da sua;

2. Você usa o celular na garagem de casa para pedir a alguém que o ajude a desembarcar as compras;

3. Esquecendo seu celular em casa (coisa que você não tinha 10 anos atrás), você fica apavorado e volta buscá-lo;

4. Você levanta pela manhã e quase que liga o computador antes mesmo de tomar o café;

5. Você conhece o significado de naum, tbm, qdo, xau, msm, dps...;

6. Você não sabe o preço de um envelope comum;

7. A maioria das piadas que você conhece você recebeu por e-mail (e ainda por cima ri sozinho...);

8. Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em sua própria casa (ou até mesmo o celular !!);
você digita o '0' para telefonar de sua casa;

10. Você vai ao trabalho quando o dia ainda está clareando, volta para casa quando já escureceu de novo;

11. Quando seu computador pára de funcionar, parece que foi seu coração que parou;

11. Você está lendo esta lista e está concordando com a cabeça e sorrindo;

12. Você está concordando tão interessado na leitura que nem reparou que a lista não tem o número 9;

13. Você retornou a lista para verificar se é verdade que falta o número 9 e nem viu que tem dois números 11;

14. E AGORA VOCÊ ESTÁ RINDO CONSIGO MESMO;

15. Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem;

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Agradecendo e repartindo novos selos

Agradecendo e repartindo novos selos
http://pipocandoonline.blogspot.com/2008/12/rec

Solfieri/texto de Álvares de Azevedo, autor ultraromântico


Álvares de Azevedo

Solfieri

...Yet one kiss on your pale clay
And those lips once so warm - my heart! My heart.
Byron, Cain..

Sabeis-lo. Roma é a cidade do fanatismo e da perdição: na alcova do sacerdote dorme a gosto a amásia; no leito da vendida se pendura o crucifixo lívido. É um requintar de gozo blasfemo que mescla o sacrilégio à convulsão do amor, o beijo lascivo à embriaguez da crença

Era em Roma. Uma noite, a lua ia bela como vai ela no verão por aquele céu morno. O fresco das águas se exalava como um suspiro do leito do Tibre. A noite ia bela. Eu passeava a sós pela ponte de ***. As luzes se apagaram uma por uma nos palácios, as ruas se faziam ermas e a lua de sonolenta, se escondia no leito das nuvens. Uma sombra de mulher apareceu numa janela solitária e escura. Era uma forma branca. - A face daquela mulher era como de uma estátua pálida à lua. Pelas faces dela, como gotas de uma taça caída, rolavam fios de lágrimas.

Eu me encostei à aresta de um palácio. A visão desapareceu no escuro da janela... e daí um canto se derramava. Não era só uma voz melodiosa: havia naquele cantar um como choro de frenesi, um como gemer de insânia: aquela voz era sombria como a do vento à noite nos cemitérios cantando a nênia das flores murchas da morte.

Depois, o canto calou-se. A mulher apareceu na porta. Parecia espreitar se havia alguém nas ruas. Não viu ninguém: saiu. Eu segui-a.

A noite ia cada vez mais alta: a lua sumira-se no céu e a chuva caía às gotas pesadas: apenas eu sentia nas faces caírem grossas lágrimas de água, como sobre um túmulo prantos do órfão.

Andamos longo tempo pelo labirinto das ruas: enfim, ela parou; estávamos num campo.

Aqui, ali, além, eram cruzes que se erguiam entre o ervaçal. Ela ajoelhou-se. Parecia soluçar: em torno dela passavam as aves da noite.

Não sei se adormeci: sei, apenas, que quando amanheceu achei-me a sós no cemitério. Contudo, a criatura pálida não fora uma ilusão: as urzes, as cicutas do campo-santo estavam quebradas junto a uma cruz.

O frio da noite, aquele sono dormido à chuva, causaram-me uma febre. No meu delírio passava e repassava aquela brancura de mulher, gemiam aqueles soluços e todo aquele devaneio se perdia num canto suavíssimo...

Um ano depois voltei a Roma. Nos beijos das mulheres, nada me saciava; no sono da saciedade me vinha aquela visão...

Uma noite e após uma orgia, eu deixara dormida no leito a bela condessa Barbora. Dei um último olhar àquela forma nua e adormecida com a febre nas faces e a lascívia nos lábios úmidos, gemendo ainda nos sonhos como na agonia voluptuosa do amor. Saí. Não sei se a noite era límpida ou negra; sei apenas que a cabeça me escaldava de embriaguez. As taças tinham ficado vazias na mesa: aos lábios daquela criatura eu bebera até à última gota do vinho do deleite...

Quando dei acordo de mim, estava num lugar escuro: as estrelas passavam seus raios brancos entre as vidraças de um templo. As luzes de quatro círios batiam num caixão entreaberto. Abri-o. Era o de uma moça. Aquele branco da mortalha, as grinaldas da morte na fronte dela, naquela tez lívida e embaçada, o vidrento dos olhos mal-apertados... Era uma defunta! E aqueles traços todos me lembraram uma idéia perdida... Era o anjo do cemitério! Cerrei as portas da igreja que, ignoro porque, eu achara abertas. Tomei o cadáver nos meus braços para fora do caixão. Pesava como chumbo...

Sabeis a história de Maria Stuart degolada e do algoz, "do cadáver sem cabeça e do homem sem coração", como a conta Brantôme? - Foi uma idéia singular, a que eu tive. Tomei-a no colo. Preguei-lhe mil beijos nos lábios. Ela era bela assim. Rasguei-lhe o sudário, despi-lhe o véu e a capela, como o noivo os despe à noiva. Era mesmo uma estátua: tão branca era ela. A luz dos tocheiros dava-lhe aquela palidez de âmbar que lustra os mármores antigos. O gozo foi fervoroso - cevei-lhe em perdição aquela vigília. A madrugada passava já frouxa nas janelas. Àquele calor de meu peito, à febre de meus lábios, à convulsão de meu amor, a donzela pálida parecia reanimar-se. Súbito, abriu os olhos empanados. Luz sombria alumiou-os como a de uma estrela entre névoa, apertou-me em seus braços, um suspiro ondeou-lhe nos beiços azulados... Não era já a morte: era um desmaio. No aperto daquele abraço havia, contudo, alguma coisa de horrível. O leito de lajes, onde eu passara uma hora de embriaguez, me resfriava. Pude, a custo, soltar-me naquele aperto do peito dela... Nesse instante, ela acordou...

Nunca ouvistes falar de catalepsia? É um pesadelo horrível aquele que gira ao acordado que emparedam num sepulcro; sonho gelado em que sentem-se os membros tolhidos e as faces banhadas de lágrimas alheias, sem poder revelar a vida!

A moça revivia a pouco e pouco. Ao acordar, desmaiara. Embucei-me na capa e tomei-a nos braços coberta com seu sudário, como uma criança. Ao aproximar-me da porta, topei num corpo. Abaixei-me e olhei: era algum coveiro do cemitério da igreja, que aí dormira de ébrio, esquecido de fechar a porta...

Saí. Ao passar a praça encontrei uma patrulha.

- Que levas aí?

A noite era muito alta: talvez me cressem um ladrão.

- É minha mulher, que vai desmaiada...

- Uma mulher? Mas, essa roupa branca e longa? Serás, acaso, roubador de cadáveres?

Um guarda aproximou-se. Tocou-lhe a fronte: era fria.

- É uma defunta

Cheguei meus lábios aos dela. Senti um bafejo morno. - Era a vida, ainda.

- Vede - disse eu.

O guarda chegou-lhe os lábios: os beiços ásperos roçaram pelos da moça. Se eu sentisse o estalar de um beijo... o punhal já estava nu em minhas mãos frias...

- Boa-noite, moço. Podes seguir - disse ele.

Caminhei. - Estava cansado. Custava a carregar o meu fardo e eu sentia que a moça ia despertar. Temeroso de que ouvissem-na gritar e acudissem, corri com mais esforço...

Quando eu passei a porta, ela acordou. O primeiro som que lhe saiu da boca foi um grito de medo...

Mal eu fechara a porta, bateram nela. Era um bando de libertinos, meus companheiros, que voltavam da orgia. Reclamaram que abrisse.

Fechei a moça no meu quarto e abri.

Meia hora depois eu os deixava na sala, bebendo ainda. A turvação da embriaguez fez que não notassem a minha ausência.

Quando entrei no quarto da moça, vi-a erguida. Ria de um rir convulso, como a insânia, e frio como a folha de uma espada. Trespassava de dor ouvi-la.

Dois dias e duas noites levou ela de febre, assim.

Não houve sanar-lhe aquele delírio, nem o rir do frenesi. Morreu depois de duas noites e dois dias de delírio.

À noite, saí. Fui ter com um estatuário que trabalhava perfeitamente em cera e paguei-lhe uma estátua dessa virgem.

Quando o escultor saiu, levantei os tijolos de mármore do meu quarto e, com as mãos, cavei aí um túmulo. Tomei-a, então, pela última vez nos braços, apertei-a a meu peito, muda e fria, beijei-a e cobri-a, adormecida no sono eterno, com o lençol de seu leito. Fechei-a no seu túmulo e estendi meu leito sobre ele,

Um ano, - noite a noite - dormi sobre as lajes que a cobriam... Um dia, o estatuário me trouxe a sua obra. Paguei-lha e paguei o segredo...

- Não te lembras, Bertram, de uma forma branca de mulher que entreviste pelo véu do meu cortinado? Não te lembras que eu te disse que era uma virgem que dormia?

- E quem era essa mulher, Solfieri?

- Quem era? Seu nome?

- Quem se importa com uma palavra quando sente

que o vinho queima assaz os lábios? Quem pergunta o nome da prostituta com quem dormiu e sentiu morrer a seus beijos, quando nem há dele mister por escrever-lho na lousa?

Solfieri encheu uma taça e bebeu-a. Ia erguer-se da mesa, quando um dos convivas tomou-o pelo braço.

- Solfieri, não é um conto, isso tudo?

- Pelo inferno, que não! Por meu pai, que era conde e bandido! Por minha mãe que era a bela Messalina das ruas! Pela perdição que não! Desde que eu próprio calquei aquela mulher com meus pés na sua cova de terra, eu vo-lo juro! - guardei-lhe como amuleto a capela de defunta. Ei-la!

Abriu a camisa e viram-lhe ao pescoço uma grinalda de flores mirradas.

- Vedes-la? Murcha e seca, como o crânio dela.

Extraído de Biblio.com.br

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Melhor livro da comunidade Livro Errante


A elegância do ouriço de Muriel Barberry
O melhor livro lido em 2008, segundo votação da comunidade Livro Errante

Segundo lugar na preferência da comunidade L.E:
A História do Rei Transparente - Rosa Montero
O castelo de Vidro - Jeanete Walls
Memorial de Maria Moura - Raquel de Queiroz
Terceiro lugar:
A Louca da Casa - Rosa Montero
A Catedral do Mar - Ildefonso Falcones
Demais livros - todos com o mesmo número de indicações:
Os Amigos - Kazumi Yumoto
Angústia - Graciliano Ramos
Beleza e Tristeza - Yasunari Kawabata
O Deserto dos Tártaros - Dino Buzzati
Diário de Anne Frank
Este É O Meu Corpo - Filipa Melo
Eu Receberia As Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios- Marçal Aquino
A Falta Que Você Me Faz - Joyce Carol Oates
Inês de Minha Alma - Isabel Allende
Moça Com Brinco de Pérolas - Tracy Chevalier
Nhô Guimarães - Aleilton Fonseca
Quando Nietzsche Chorou - Yalom
O Testamento do Senhor Nepomuceno - Germano Almeida
O Velho e o Mar - Ernest Hemingway

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Grafiteira presa há 52 dias por episódio da Bienal


O que vocês acham? A grafiteira Carolina da Mota está presa há 52 dias pelo crime de "danificar patrimônio tombado". Junto com ela, que grafitaram no espaço vazio do prédio da Bienal em São Paulo,estavam vários rapazes. Nenhum está preso. Temos que convir que ninguém cuida de coisas importantes neste país como saúde,educação, violência e outros muitos crimes hediondos e prendem uma moça que só queria protestar. Como disse Paulo Herkenhoff é um retorno aos tempos da ditadura. E como também contribuíram para a discussão os blogueiros do 02neurônio "A gente precisa, si, acrditar em algo. Mesmo que seja em uma coisa que quase todo mundo ache boba(...)" O blog também citou um trecho de música do Cazuza "Ideologia,Eu quero uma vida para viver."

domingo, 14 de dezembro de 2008

Veja na internet

nternet
Veja coloca na internet todo seu conteúdo impresso
Da Redação - 12/12/2008 - 18:00
São Paulo, 12 de dezembro de 2008 - A partir da próxima segunda-feira (15/12), a revista Veja vai liberar, na internet, todo o seu conteúdo gerado ao longo de 40 anos de existência.

Qualquer internauta poderá acessar o site e ler reportagens de capa, entrevistas ou até mesmo anúncios publicados em qualquer uma das 350 mil páginas disponíves.

O acervo foi formatado em ordem cronológica e promete oferecer a mesma experiência de folhear a revista física. O sistema de busca permite cruzar informações e aplicar filtros por períodos ou seções da Veja.

O projeto demorou um ano ano para ficar pronto e exigiu investimentos da ordem de R$ 3 milhões.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Torturas para a mulher: impostas e de livre escolha





Alguns modelos de sapatos em moda no Japão e sua semelhança com os sapatos que as mulheres eram obrigadas a usar há não muito tempo atrás.
A imagem que mostra o pé da mulher com o pé deformado não foi colocada aqui por ser muito chocante.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Antigas celas do DOPS


02/05/2008 - 13h12
Antigas celas do Dops dão lugar a Memorial da Resistência, em SP

da Folha Online

As antigas celas do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), palco de um dos piores momentos da história do país, deram lugar ao Memorial da Resistência, em São Paulo. O local havia sido reaberto em 2002 com o nome de Memorial da Liberdade. Mas mudou de nome a pedido de ex-presos políticos que discordavam do "liberdade". Era lá que os presos políticos eram levados para serem interrogados --e acabavam sendo torturados.
Arquivo Nacional
Imagem dos presos políticos que foram trocados pelo embaixador americano El

A mudança de nome ocorreu nesta quinta-feira (1º), quando Secretaria de Estado da Cultura inaugurou a exposição fotográfica "Direito à Memória e à Verdade - a Ditadura no Brasil: 1964-1985".

A data de abertura da exposição coincide com os 40 anos da revolta estudantil de maio de 1968 e com os 60 anos da Declaração dos Direitos do Homem.





Para acompanhar o quê aconteceu existem, dentre outros, dois livros ótimos: "1968: o ano que não acabou" e "O que é isso companheiro?"

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Livros mais vendidos


O livro "O Pequeno Príncipe" é atual até hoje. Não tem quem não goste."Marley e eu" é comovente, vale a pena.Também merecem ser lidos "Ensaio sobre a cegueira", "O filho eterno" e nem pensar em não ler "Os irmãos Karamazov".



1
A Cabana
William Young [1 | 15] SEXTANTE
1
Comer, Rezar, Amar
Elizabeth Gilbert [1 | 37] OBJETIVA
1
Vencendo o Passado
Zibia Gasparetto [2 | 2] VIDA & CONSCIÊNCIA

2
Crepúsculo
Stephenie Meyer [2 | 29*] INTRÍNSECA

2
1808
Laurentino Gomes [2 | 62] PLANETA
2
O Código da Inteligência
Augusto Cury [1 | 5] THOMAS NELSON BRASIL

3
O Vendedor de Sonhos
Augusto Cury [3 | 23] ACADEMIA DE INTELIGÊNCIA
3
Uma Breve História do Mundo
Geoffrey Blainey [4 | 47*] FUNDAMENTO

3
O Segredo
Rhonda Byrne [3 | 82] EDIOURO

4
Lua Nova
Stephenie Meyer [4 | 10] INTRÍNSECA

4
Guinness World Records 2009
Guinness [3 | 5] EDIOURO

4
Eles Continuam entre Nós
Zibia Gasparetto [4 | 16] VIDA & CONSCIÊNCIA

5
Brisingr
Christopher Paolini [7 | 2] ROCCO

5
Uma Breve História do Século XX
Geoffrey Blainey [7 | 4] FUNDAMENTO

5
Casais Inteligentes Enriquecem
Juntos
Gustavo Cerbasi [5 | 137*] GENTE

6
A Viagem do Elefante
José Saramago [6 | 4] COMPANHIA DAS LETRAS

6
Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva [9 | 5] FONTANAR

6
O Monge e o Executivo
James Hunter [6 | 201] SEXTANTE

7
A Menina que Roubava Livros
Markus Zusak [5 | 90] INTRÍNSECA

7
Dewey
Vicki Myron e Bret Witter [8 | 8] GLOBO

7
A Cabeça de Steve Jobs
Leander Kahney [0 | 2*] AGIR

8
O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry [10 | 9*] AGIR

8
Deu no New York Times
Larry Rohter [5 | 3] OBJETIVA

8
A Arte da Guerra
Sun Tzu [0 | 40*] VÁRIAS EDITORAS

9
Ensaio sobre a Cegueira
José Saramago [9 | 29*] COMPANHIA DAS LETRAS

9
Fazendo as Malas
Danuza Leão [0 | 1] COMPANHIA DAS LETRAS

9
Quem me Roubou de Mim?
Fábio de Melo [9 | 4] CANÇÃO NOVA

10
O Jogo do Anjo
Carlos Ruiz Zafón [8 | 8] OBJETIVA/SUMA DE LETRAS

10
Marley & Eu
John Grogan [6 | 114] PRESTÍGIO

10
Nunca Desista de Seus Sonhos
Augusto Cury [8 | 172*] SEXTANTE

11
O Recurso
John Grisham - ROCCO

11
O Rei da Noite
João Ubaldo Ribeiro - OBJETIVA

11
As Sete Leis Espirituais
do Sucesso
Deepak Chopra - BEST SELLER

12
A Cidade do Sol
Khaled Hosseini - NOVA FRONTEIRA

12
Os Irmãos Karamabloch
Arnaldo Bloch - COMPANHIA DAS LETRAS

12
A Lição Final
Randy Pausch e Jeffrey Zaslow - AGIR

13
O Caçador de Pipas
Khaled Hosseini - NOVA FRONTEIRA

13
Doidas e Santas
Martha Medeiros - L&PM

13
Minutos de Sabedoria
Carlos Torres Pastorino - VOZES

14
A Sombra do Vento
Carlos Ruiz Zafón - OBJETIVA/SUMA DE LETRAS

14
O Mundo É Bárbaro
Luis Fernando Verissimo - OBJETIVA

14
Os Segredos da Mente Milionária
T. Harv Eker - SEXTANTE

15
Um Bestseller Pra Chamar de Meu
Marian Keyes - BERTRAND BRASIL

15
A Cientista Que Curou Seu Próprio Cérebro
Jill Bolte Taylor - EDIOURO

15
Lições Que a Vida Oferece
Eliana Machado Coelho - LUMEN EDITORIAL

16
O Filho Eterno
Cristovão Tezza - RECORD

16
Condessa de Barral
Mary Del Priore - OBJETIVA

16
Investimentos Inteligentes
Gustavo Cerbasi - THOMAS NELSON BRASIL

17
Os Homens que Não
Amavam as Mulheres
Stieg Larsson - COMPANHIA DAS LETRAS

17
A Origem dos Meus Sonhos
Barack Obama - GENTE

17
Clássicos do Mundo Corporativo
Max Gehringer - GLOBO

18
Os Irmãos Karamázov
Fiódor Dostoiévski - EDITORA 34

18
A Bola de Neve
Alice Schroeder - SEXTANTE

18
Superdicas para Motivar sua Vida e Vencer Desafios
Cesar Romão - SARAIVA

19
O Guardião de Memórias
Kim Edwards - SEXTANTE

19
O Livro Perigoso para Garotos
Conn Iggulden e Hal Iggulden - GALERA RECORD

19
Quem Mexeu no Meu Queijo?
Spencer Johnson - RECORD

20
Um Lugar Para Todos
Thrity Umrigar - NOVA FRONTEIRA

20
Conversas com Woody Allen
Eric Lax - COSAC NAIFY

20
Só por Amor
Mônica de Castro - VIDA & CONSCIÊNCIA
(FONTE:www.veja.abril.com)

Você pode ler trechos dos livros no site

Direitos Humanos


Imagem:Human Right, por riacale no Flickr
Extraído do Blogs Educativos

Imagem:Human Right, por riacale no Flickr

Enquantoo Sam Cyrous propõe blogagem coletiva (ano passado foram 98 blogs em língua portuguesa na roda), a TV Cultura mostra todas as suas armas interativas e dá um passinho à frente.

Paralevantar a lebre dos direitos humanos, o site tem vídeos com os apresentadores contando todos os artigos, blog, programação especial, integração com o twitter, eventos, acervo. Vale navegar por lá sem pressa.



Enquantoo Sam Cyrous propõe blogagem coletiva (ano passado foram 98 blogs em língua portuguesa na roda), a TV Cultura mostra todas as suas armas interativas e dá um passinho à frente.

Paralevantar a lebre dos direitos humanos, o site tem vídeos com os apresentadores contando todos os artigos, blog, programação especial, integração com o twitter, eventos, acervo. Vale navegar por lá sem pressa.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Leão branco


Animais

Quarta, 10 de dezembro de 2008, 19h05 Atualizada às 19h07
Filhotes de leão branco são apresentados na Sérvia

Dois filhotes de leão branco foram apresentados pela primeira vez ao público nesta quarta-feira, no Zoológico de Belgrado, na Sérvia. Os animais, nascidos na terça-feira, se juntam aos outros três filhotes que vivem no local.
Os nascimentos de leões brancos na natureza diminuíram consideravelmente nos últimos 16 anos. A espécie não é albina, mas é uma mutação genética rara do leão sul-africano.

De acordo com o folclore, a espécie é considerada sagrada pelos povos africanos que habitam a região de Timbavati, perto do parque nacional Kruger. Uma lenda diz que leões brancos mágicos nascem a cada cem anos para dar alegria àqueles que os vêem.

Redação Terra

domingo, 7 de dezembro de 2008

Valterpoeta